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quinta-feira, 31 de março de 2011

Dicas para criar filhos decentes!


Alguns hábitos obrigatórios para criar filhos sérios e saudáveis:

1. Comunique!

Hoje em dia a vida é tão atarefada que quase não há tempo para falar com os filhos sobre o seu dia. Mas, se quisermos ter um bom relacionamento com os nossos filhos, temos de arranjar tempo para falar com eles e para nos interessar por eles. Senão, repito SENÃO, mais vale não tê-los.


2. Elogie!

Criticar é fácil, sempre que as suas notas não são tão altas como esperávamos, ou quando fazem algum disparate lá em casa. Então e quando se portam bem e desempenham determinada tarefa com sucesso? Ah pois...aí há que elogiá-los! Aí merecem uma palavrinha de contentamento e agrado. Experimente, e vai ver como eles vão sentir-se recompensados quando fazem as coisas como deve ser.


3. Não minta!
Sempre que mentimos, estamos a trair a confiança dos nossos filhos. É tão bom quando os filhos confiam em nós e sabem que a nossa palavra é verdadeira. Também eles, vão poder ter um modelo para seguir bem de perto e vir também eles a ser pessoas de palavra; pessoas confiáveis, o que é extremamente importante para o seu sucesso profissional.


4. Perdoe sempre que o filho estiver arrependido!

Se o filho fizer uma asneira e estiver genuinamente arrependido, como pais devemos sempre perdoá-lo e confirmar o nosso amor por ele. Desta forma não será difícil para ele, voltar a pedir perdão quando assim for necessário. E perdão, nos tempos que correm, é uma palavra tão escassa, mas tão bonita e tão poderosa!


5. Saiba também pedir perdão!

Se o pai ou mãe fizer uma coisa errada, ou se um deles estiver zangado sem razão, deve procurar um tempo oportuno para pedir perdão ao filho. Custa um pouco, mas vale a pena! Os filhos respeitam os pais que admitem as suas falhas e é bom para eles verem que os pais não são perfeitos!


6. Tenha algumas regras!

As crianças sentem-se mais seguras com algumas regras. Mas com certeza que por vezes vão querer testar se as regras realmente funcionam e qual é o castigo de não cumpri-las. Explique sempre a razão das regras existirem e que são para o bem dele, nunca para impedir que se divirta.



7. Escolha um castigo apropriado quando a regra é desobedecida!

Pense bem no castigo e comunique-o ao seu filho. O castigo deve ser suficientemente duro para ele não volte a desobedecer a regra, mas não deve causar danos físicos ou emocionais. O castigo deve depender da idade do filho-por exemplo, podia dar uma palmada a uma criança pequena mas para um jovem isto já não será tão apropriado.

8. Não mime demais os filhos!

Não dê tudo que os filhos querem, nem todo o dinheiro que pedem. Antes é melhor que eles aprendam a esperar pelas coisas que querem, de forma a valorizá-las mais e conhecer as dificuldades da vida.


9. Cuide da auto-estima do seu filho!

Todos nós somos sensíveis às palavras dos outros, e em particular as crianças. Se o filho tem uma baixa auto-estima por causa de sua aparência ou personalidade, nós como pais devemos fazer tudo para lhe comunicar palavras de aceitação e amor. Ensiná-lo também a melhorar onde houver falhas, será de grande ajuda para ele.


10. Não tenha favoritos!

Do passado até ao presente têm sucedido problemas terríveis por causa de rivalidades e ciúmes resultantes de situações em que pais têm amado mais um filho do que outro. Cuidado! Faça um esforço para amar todos os filhos igualmente e ser justo com cada um.



imagem: jucapcentraldeagostinhoporto.ning.com

quarta-feira, 9 de março de 2011

Impor limites nos horários dos filhos sim ou não?

Impor limites nos horários dos filhos, sim ou não? Definitivamente que sim. Posso dizer que fui uma privilegiada nesse sentido. É certo que não achei graça nenhuma na altura, mas ainda assim nunca tive pressa de sair de casa dos meus pais. Decidi casar e começar a minha vida, independente dos meus pais, com 29 anos. Como vêem em nada me traumatizou a imposição de regras nos meus horários. Pelo contrário, hoje com 34 anos, reconheço o quanto os meus pais se preocupavam comigo. A preocupação não só era com a minha integridade física como também com a imagem que as pessoas iam construindo de mim.

São coisas que na altura pouco ou nada nos preocupam, para ser sincera, mas que mais tarde valorizamos e muito. Aos meus queridos pais...um muito obrigado! Independentemente da maior idade ou não, sempre me fizeram ver que as regras iriam manter-se enquanto residisse em casa deles, uma vez que a obrigação de me proteger seria válida, até um dia decidir sair de casa. Portanto o lema era: «enquanto quiseres morar em nossa casa, quem dita as regras e os horários, somos nós».

É claro que aceitei as regras porque quis, senão teria sempre algum dinheiro, nem que fosse para alugar um quarto, uma vez que tinha o meu trabalho. Mas a verdade é que no meio de muito estribucho, sabia que tinha a sorte de ter pessoas que se preocupavam comigo.

As regras existiam para minha protecção...eles apenas GOSTAVAM MUITO DE MIM!